terça-feira, 8 de abril de 2008

COM TODO O RESPEITO DO MUNDO EU NÃO VOU COLOCAR A FOTO DO NOSSO PRESIDENTE ...TO BEM ....TO FELIZ .... E VAI DAR A "MERDA"

A era Lula foi boa para o Brasil. “Foi”, porque o próprio presidente acaba de anunciar o seu fim. Nunca antes na história deste país um presidente da República fez seu primeiro comício eleitoral com quase três quartos de mandato pela frente. A oposição pode tirar o cavalinho da chuva para 2010, anunciou ele, já de saída. Assuntos de Brasil? Tratar com doutora Dilma. Lula, o precoce, já está na estrada em busca do ponto D. O problema é que o ponto D começa a exalar certo cheiro de queimado. O Planalto admitiu que o “cadastro” dos cartões de FHC foi montado no governo mesmo. Ou seja: D, a companheira de armas, voltou à clandestinidade, desta vez dentro da Casa Civil. É a primeira trincheira oficial da história. A era Lula será lembrada como o tempo das versões criativas. Segundo José Múcio, ministro das Relações Institucionais, o dossiê que brotou dentro da Casa Civil foi obra de alguém interessado em fazer mal a Dilma. Ninguém vai gritar em defesa da mulher? Onde está a Marta Suplicy numa hora dessas? O dossiê das contas B de Fernando Henrique é uma manobra para prejudicar Dilma. O dossiê dos aloprados contra os tucanos foi uma tentativa de atingir Lula. José Dirceu foi enganado por Delúbio, que foi enganado por Valério, que enganou o PT, num episódio de traição coletiva a Lula, que nada sabia. Esses meninos são fogo, mesmo. A era Lula foi boa porque, pelo menos, a impunidade deixou de ser o grande problema nacional. Está acabando o tempo em que os culpados não eram punidos. A questão agora é que não existem mais culpados. O tão perseguido ponto D talvez seja a República das vítimas. E o artigo primeiro da nova constituição será a frase-síntese de Lobão (o cantor) sobre Brasília, grosseira mas insubstituível: “Peidei, mas não fui eu”. A publicidade dos atos jurídicos é fundamental para a garantia de um processo justo. Ao mesmo tempo, a informação não pode servir para punir de antemão o acusado. Por isso, o segredo de Justiça tem o papel de preservar as garantias e direitos do cidadão, como a presunção da inocência, até que ele realmente seja considerado culpado. A imprensa não deve ser punida por publicar dados secretos. O foco da questão está nos que vazam a informação. Essa é a visão da advogada e presidente do Instituto de Defesa do Direito da Defesa (IDDD) Flávia Rahal, que participou das discussões sobre Imprensa e Direito Penal, no 13º Seminário Internacional de Ciências Criminais, promovido pelo Ibccrim, em São Paulo. A quebra do sigilo processual através da mídia é muito grave, de acordo com a advogada, porque a pessoa tem a sua privacidade exposta e é condenada pela população antes mesmo que o Judiciário, a quem cabe julgar e condenar, tenha se manifestado. "A Justiça com base na opinião pública e na opinião publicada é mal feita. Perde a credibilidade. O juiz não pode se contaminar. "Tem que agir com imparcialidade", critica. Não há conseqüências para a publicação de informações sigilosas. Por isso, Flávia defende investigação para descobrir a fonte do vazamento dos dados e punir. Essa seria uma forma efetiva de respeito ao sigilo e ao direito do indivíduo. A Portaria 18/98 do Departamento-Geral da Polícia Civil de São Paulo descreve de forma detalhada como devem ser realizados os inquéritos. A norma prevê que o acusado só terá a sua imagem publicada se consentir. O delegado seria o responsável por cuidar disso. Não é o que acontece na prática. Suspeitos são escrachados na delegacia perante a imprensa, a portaria não é cumprida e ninguém responde pelo descumprimento. Mas a dualidade entre publicidade e sigilo dos atos processuais se mostra paradoxal. O acusado é preso em uma das "midiáticas" operações da Polícia. É filmado e fotografado enquanto é algemado, colocado no camburão e levado à delegacia. No outro dia, a imprensa publicou notícias sobre o caso, reproduz relatórios e transcreve a gravaçao de conversas telefônicas ditas sigilosas. Quando isso não acontece antes da prisão. E o processo está sob segredo de Justiça, detalhe qu a Imprensa faz questão de ressaltar. Segundo Flávia, há um entendimento na esfera federal do Judiciário de que o inquérito é sigiloso também para o acusado. Alega que, se obtiver informações, o investigado pode prejudicar as investigações. Assim, enquanto dados da investigação vão para as manchetes dos jornais, o acusado não sabe qual é a acusação contra ele e tão pouco tem acesso a eventuais interceptações telefônicas. Daí não tem como se defender. A advogada lembra que o Supremo Tribunal Federal já se manifestou no sentido de que a defesa pode, sim, ter acesso a todas as informações do processo. No entanto, isso não impede que o acesso aos autos continue sendo vedado aos advogados de defesa. "A violação aos direitos e garantias individuais não é o caminho para resolver o problema", diz. Imprensa pela imprensa Toda acusação é verdadeira. Toda defesa é falsa. Num exagero, essas são as premissas seguidas pelo grosso da imprensa, segundo o diretor da Consultor Jurídico, Márcio Chaer, que também participou do painel de debate no seminário. Ele contou um caso para exemplificar. Um jornalista repassou a um juiz criminal uma carta anônima com acusações contra familiares de um réu em determinado processo. O juiz, sem lembrar do que diz a Constituição a respeito, determinou à PF uma devassa na casa da família. Depois de algum tempo, constatou-se que as acusações descritas na carta eram falsas. Chaer fez questão de ressaltar que a maior parte dos jornalistas não erram por má-fé ou porque querem. O tempo para a elaboração e publicação das notícias é exíguo e o preparo profissional para assuntos técnicos nem sempre é o ideal. Ele criticou ainda a relação promíscua existente entre o Ministério Público e Imprensa. Segundo ele, os veículos que não entram nesse jogo sofrem até preconceito por parte desses órgãos, que muitas vezes deixam de passar informações. Quando questionado sobre o direito de resposta das pessoas que são acusadas, injustamente ou não, o diretor da ConJur defendeu uma regulamentação para isso. "É uma vergonha e falta de dignidade de veículos de comunicação que recebem cartas corrigindo erros factuais de notícias e não publicam", diz. E observa que os juízes têm o poder de determinar o direito de resposta, mas fazem pouco.

domingo, 6 de abril de 2008

Uma idéia Milenar....Preparando Ovos.

Ovo-quente - mergulhado em água fervendo por 2 minutos).frito em frigideira com manteiga bem quente .podendo ter a gema mole ou também pode-se fritar bacons em pedaçinhos depois escorrer a godura e aí acrescenta ovos e mexa ao final uma pitadinha de ervas finas e sal à gosto ou até
Ovo-mexido - em panela com acréscimo de algo como bacon torrado/salsicha/calabreza/queijo/ou outras especiárias de sua preferência.
Do jeito do americano: Alimentos comuns do café da manhã americano são ovos batidos, bacon, panquecas, cereais e pães com pasta de amendoim, acompanhados com café ou suco, na maioria das vezes, de laranja. Os Estados Unidos são o maior consumidor de café do mundo.
Ovos Pouchet ... aqueça a água até a ebulição, acrecente uma colher (de sobremesa) de vinagre na fervura e gire a ãgua com a colher até formar um bom rodamoinho. Jogue o ovo dentro do rodamoinho e seu ovo ficará uniforme, bem ligado , até o ponto de cozimento preferido.
Ovo-temperado - em panela com água e temperos pimenta do reino, tomate, cebola, salsa, cebolinha e outro ...
Como Rabanada : A forma mais comum é quebrar os ovos, embeber o pão, como se fosse pra rabanada, só que sem açúcar e fritar. Mas também pode quebrar direto na frigideira ou chapa e remexer pra misturar bem e temperar com sal. Pegue dois ovos, bata com um garfo as gemas e claras juntas, adicione 50 ml de leite integral e mexa, coloque na frigideira uma colher de manteiga, junte os ovos, e vá virando de um lugar para outro. ( devem ficar bem molinhos ). Tire do fogo, salpique por cima pimenta do reino moída e sal. Saboreie com um pãozinho francês.
OVOS MOLES INGREDIENTES:
12 gemas250g de açúcar1 xícara de água,1 colher de manteiga, baunilha em essência.
MODO DE PREPARO: Com o açúcar e a água fazer uma calda grossa. Retire do fogo, ponha a manteiga e deixe amornar. Acrecente as gemas passadas por uma peneira e leve a mistura ao fogo mexendo sempre até engrossar. Retire do fogo e aromatize com baunilha. Rendimento: 400ml - Tempo: 40 minutos

Saber Perdoar É Saber Amar ...Pode ter certeza

Desde sempre se disse que:Quem quiser ser feliz por um momento, use a vingança... Quem quiser ser feliz para sempre, perdoe! Obrigado por teres seguido a segunda opção!! no meio do mundo, de tudo o que fica da vida que passa, o mais importante é:perdoar.não fica a carne, não fica a pele, não fica o dinheiro:só fica a alma, que é o recheio, e é nela que mora a capacidade de passar por cima do que magoa, fere e dói.o perdão é um exercício difícil de fazer, de tudo o que se preza, saber perdoar é o maior acto. e, de tudo o que se reza, a melhor oração é agradecer:bendito o coração que perdoa.é dele o reino do céu — já aqui na terra.

Uma Reação Sensacional ....Vai Rubinho ......

Felipe Massa no Mundial de Fórmula 1 em grande estilo. Com uma atuação perfeita, o brasileiro da Ferrari venceu com sobras o Grande Prêmio do Bahrein e marcou seus primeiros dez pontos na temporada. O finlandês Kimi Raikkonen completou a dobradinha da equipe italiana e assumiu a liderança do campeonato, com 19. O pódio foi completado pelo polonês Robert Kubica (BMW Sauber), que largou na pole mas não resistiu aos ferraristas.A quarta posição ficou com o alemão Nick Heidfeld, que assumiu a vice-liderança do campeonato, com 16 pontos. Sua equipe, a BMW Sauber, atingiu uma inédita liderança do Mundial de Construtores, com 30 pontos, um a mais do que a Ferrari. Completaram a zona de pontuação o finlandês Heikki Kovalainen (McLaren), em quinto lugar, o italiano Jarno Trulli (Toyota), em sexto, o australiano Mark Webber (Red Bull), em sétimo, e o alemão Nico Rosberg (Williams), em oitavo.Líder do campeonato antes da etapa do Bahrein, o inglês Lewis Hamilton, da McLaren, teve uma corrida com problemas após uma péssima largada e um choque com o desafeto Fernando Alonso (Renault) no início da prova e não passou da 13ª colocação.Em relação aos outros brasileiros, Rubens Barrichello (Honda) fez uma corrida correta e terminou em 11º. Já Nelson Piquet (Renault) sofreu com problemas de câmbio - o carro já não tinha a segunda marcha antes mesmo da largada - e abandonou a corrida.A próxima etapa da temporada será disputada daqui a três semanas, na Espanha. A CORRIDAMassa fez excelente largada e tomou a liderança, seguido por Kubica, Raikkonen e Kovalainen. Hamilton largou muito mal e caiu para a décima colocação. O inglês, na ânsia de recuperar posições, quase passou por cima do rival Alonso, perdeu o bico de seu McLaren e teve de ir aos boxes, o que comprometeu sua corrida.Na frente, Massa logo abriu boa vantagem sobre Kubica. Na terceira volta, o polonês, sem condições de segurar Raikkonen, acabou ultrapassado pelo finlandês, que também não teve problemas para abrir uma distância segura do piloto da BMW Sauber.Depois a corrida ficou monótona na disputa pelos primeiros lugares, tanto que a única briga digna de registro foi a de David Coulthard (Red Bull) e Jenson Button (Honda), que se tocaram. Fora isso, as ultrapassagens se restringiram a Hamilton, que, com mais carro, superava rivais mais lentos.A briga pela vitória ficou mesmo entre Massa e Raikkonen, que mantiveram uma distância que variava entre 3s5 e 5s2, com os dois trocando voltas mais rápidas. Depois do segundo reabastecimento, ambos apenas administraram a vantagem sobre os adversários e selaram a primeira dobradinha da Ferrari na temporada. GP DO BAHREIN - CLASSIFICAÇÃO FINAL 1º - Felipe Massa (BRA) Ferrari2º - Kimi-Matias Raikkonen (FIN) Ferrari3º - Robert Kubica (POL) BMW Sauber4º - Nick Heidfeld (ALE) BMW Sauber5º - Heikki Kovalainen (FIN) McLaren-Mercedes6º - Jarno Trulli (ITA) Toyota7º - Mark Webber (AUS) Red Bull-Renault8º - Nico Rosberg (ALE) Williams-Toyota9º - Timo Glock (ALE) Toyota10º - Fernando Alonso (ESP) Renault11º - Rubens Barrichello (BRA) Honda12º - Giancarlo Fisichella (ITA) Force India-Ferrari13º - Lewis Hamilton (ING) McLaren-Mercedes14º - Kazuki Nakajima (JAP) Williams-Toyota15º - Sebastien Bourdais (FRA) Toro Rosso-Ferrari16º - Anthony Davidson (ING) Super Aguri-Honda17º - Takuma Sato (JAP) Super Aguri-Honda18º - David Coulthard (ESC) Red Bull-Renault19º - Adrian Sutil (ALE) Force India-Ferrari