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Gosto quando me subestimam. Não pelo pouco caso em si, mas pela potencialidade de surpreender. Subestimar provoca. Desafia nosso ego. Faz com que nos esforcemos mais para provar que estavam enganados e somos muito melhores do que se imaginava. Desperta um instinto de superação e pró-atividade muito mais construtivos que um elogio.Os especialistas em motivação organizacional que me perdoem. Tudo bem que um elogio inspira mais que uma crítica, mas não há nada que se compare com a subestimação. É só lembrar das apostas, dos desafios. Faz parte da pedagogia de muitos pais, inclusive, usar um “duvido” para convencer a criança a tomar uma atitude, como simplesmente terminar um prato de comida. Logo se percebe a malandragem e não se cai mais nessa, mas aquela fórmula desafiadora fica impressa em algum lugar da nossa memória e vira e mexe vem à tona. No trabalho, na educação, num relacionamento ou no fim dele. .........Talvez o elogio que realmente tenha valor seja o recebido depois de ser subestimado. Esse sim, vem como para coroar um esforço que não foi em vão. Não nos diz que já está bom assim, mas que valeu a pena. Deixo o meu conselho: Quero mais e mais ser cada vêz mais subestimado.

A América Móvil, grupo mexicano que controla a operadora de telefonia celular Claro, anunciou nesta quarta-feira, 7, que firmou contrato com a fabricante de eletrônicos americana Apple para ser a distribuidora do iPhone na América Latina, inclusive no Brasil. A afirmação foi confirmada pela assessoria da Claro.No final de março, a América Móvil tinha 159,2 milhões de clientes de telefonia móvel nos países latino-americanos. No Brasil, a Claro é a terceira maior operadora, atrás da Vivo e da TIM.Até agora, a Apple tem buscado contratos de exclusividade com uma operadora de cada país para distribuir o iPhone, mas o comunicado da América Móvil não faz menção a essa cláusula. Também não há informação sobre o preço que o aparelho terá no Brasil.Lançado em junho de 2007, o iPhone é em celular "inteligente", com acesso à internet, tocadores de mídia e tela digital sensível ao toque. Nos EUA e em outros países, o cliente do aparelho é obrigado a assinar um contrato de exclusividade com uma operadora para poder usar o produto. No entanto, em quase todos os países onde ele é vendido os usuários desbloquearam o iPhone para poder usá-lo com outras companhias.
Fonte: G1