quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Você não foi a Pequim? Então aproveita e da um Passeio por aqui mesmo,

Pequim
Conheça a capital da China, informações sobre Pequim, economia, poluição, Olimpíadas, pontos turísticos, foto Cidade Proibida em Pequim: importante ponto turístico Introdução Pequim, chamada pelos chineses de Beijing, é a capital da República Popular da China. Localiza-se na região norte da China e possui uma população de aproximadamente 10 milhões e meio de habitantes.
Informações (História e Turísmo) - Entre os anos de 1421 e 1911, Pequim foi a capital do Império Chinês.- A cidade foi ocupada, de 1937 a 1945 (durante a Segunda Guerra Mundial), pelos japoneses.- Um dos principais pontos turísticos da cidade é a Cidade Proibida, construída entre os anos de 1406 e 1420.- Outros pontos turísticos da cidade: Templo do Céu (templo taoísta construído em 1420), Praça da Paz Celestial (Praça Tiananmen) e a Igreja Xishiku. Economia: Podemos destacar como principais atividades econômicas da cidade: o turismo (presença de diversos pontos culturais e históricos), indústria, serviços, construção civil e comércio. As principais indústrias atuam nas áreas de produção de tecidos, aparelhos eletrônicos, lubrificantes e gêneros alimentícios. A atividade artesanal também é importante na cidade, destacando-se a produção de objetos de cerâmica e tapetes. Problemas: Em função do crescimento desordenado e do alto índice de crescimento populacional nas últimas décadas, a cidade de Pequim enfrenta diversos problemas, típicos das grandes metrópoles: - congestionamentos no trânsito - alto índice de poluição do ar (um dos piores do mundo)- desemprego, principalmente dos migrantes de outras regiões do país - destruição do patrimônio histórico Curiosidades: - Neste ano de 2008, a cidade de Pequim é a sede das Olimpíadas. - Pequim é uma das cidades do mundo que mais utilizam a bicicleta como meio de transporte. Então aproveitando as matérias enviadas pelos nossos amigos Blogueiros e alguns reporters que ja devem estar de "saco Cheio" de tanto ver chines. Aproveite alguns "Points" dessa terra misteriosa.
Aproveite a Cidade Proibida (na prática, nem um dia inteiro seria suficiente pra vê-la toda. mas, depois de uns cinco pavilhões, você vai perceber que muita coisa se repete caia na Praça Tianammen (ou "Praça da Paz Celestial", em português) e ver, de quebra, a múmia do ex-ditador no Memorial Do Mao Tse Tung.Com o sol a pino de verão, o calor é de rachar e nem com muita água, chapéus e protetor solar, a pessoa consegue caminhar muito tempo no cimento quente da Praça. No inverno, são os ventos vindos da Sibéria que podem chegar fazer os termômetros marcarem menos 10 graus Celsius). Nas mediações da própria Praça da Paz Celestial, você pode pegar um táxi (uns 10 minutos de deslocamento) pra almoçar o célebre Pato de Pequim no restaurante Quan Ju De de Wangfujing, no centro Mas, vá controlando o tempo no relógio e preste atenção ao horário deste restaurante, que fecha entre almoço e jantar! (o que não é comum nos demais restaurantes de Pequim. Coisas de chinês....Almoçou? então aproveite que tá por ali e dê uma volta pela Rua de pedestres Wangfujing, a 'Wangfujing Buxingjie' . Além das lojas grandes, de roupas convencionais , você pode se embrenhar pelas ruelas adjacentes e ver as barraquinhas de vendedores com artesanato chinês, algumas farmácias de Medicina Tradicional Chinesa. E no fim da tarde (a partir de umas 17h), pode ir comer (se for capaz), ou só olhar (como voyeur) as feiras de animaizinhos no palito: Donghuamen Yeshi e Wangfujing Xiaochijie "Churrasquinho de gafanhoto") Se, depois de tudo isso, você não tiver morto de cansaço, a noite, vá jantar num restaurante legal (, ou vá a uma casa de massagem chinesa, que só fecha de madrugada e tem um excelente remédio pro cansaço físico. Outra opção:
Vá cedo pro Palácio de Verão, em Haidian, no noroeste de Pequim (de 40 minutos a uma hora em táxi, partindo do centro, segundo o trânsito). O lugar é ainda maior que a Cidade Proibida e tem áreas externas, como o lago, as pontes e os jardins. e aproveitando que já está por este lado da cidade e faça um tour pelas adjacências da Vila Olímpica. Até o início dos Jogos, só dá pra ver as instalações por fora. Depois, pode ser que o governo abra os estádios para o turismo. De qualquer forma, anote os mais relevantes: Estádio "Ninho de Pássaro" e Centro Aquático "Cubo de Água".se você for uma daquelas pessoas fanáticas por eletrônicos, e preferi adquirir computadores, máquinas de fotos e gadgets do naipe, pode ir pra Top Electronics City, que também fica em Haidan, aberta até às 21h .Uma boa opção é comer “hot pot” (típico da cozinha do norte da China). Há diversos restaurantes do tipo, espalhados pela cidade.
Já é hora de conhecer outro aspecto da cultura chinesa. Ao invés dos passeios pelas dinastias passadas, vá conferir a atividade cultural contemporânea da China no interessante Distrito 798, o "Distrito das Artes Dashanzi", que fica a uns 40 minutos do centro. A antiga fábrica, originalmente chamada “798 Factory”, hoje serve como uma espécie de refúgio para os engajados no mundo das artes. O espaço concentra galerias, estúdios de pintores e escultores, empresas de design, lofts de artistas, lojas e livrarias moderninhas, além de simpáticos cafés e barzinhos. Por lá, rolam diversas exposições de arte e fotografia – que conseguem driblar a censura onipresente da China e tocar temas tabus como o regime ditatorial de Mao ou homossexualismo. Nos últimos quatro anos, o 798 começou a ganhar notoriedade inclusive fora do país (algumas pinturas valem centenas de milhões de dólares nos EUA ou na Europa). Mas o irônico é que, do início dos anos 60 até o fim dos 90, o lugar era uma linha de montagem de artigos eletrônicos dos militares chineses, que chegaram a produzir toneladas de componentes top secretos lá. Reabilitado, o complexo ainda conserva seu estilo Bauhaus original, feito com ajudas econômicas da ex-União Soviética e influências estéticas de arquitetos da RDA, a República Democrática Alemã. Para os chineses moderninhos, essa zona é o Greenwich Village de Pequim. Soa um pouco otimista para quem conhece bem a China e sabe que aqui se contam nos dedos os chineses que compram peças caras por amor à arte. Mas quem sabe em que o 798 vai se transformar daqui a uma década? Daí, a graça de visitá-lo agora, enquanto toda essa metamorfose ainda está na raiz. Você pode – e deve – almoçar por lá mesmo. Tem cafés, bistrôs e alguns restaurantes. No verão, com mesinhas ao ar livre. Bem agradável! Obs: As galerias costumam abrir de 10h às 20h, mas as lojas e os restaurantes têm seus próprios horários. Entrada gratuita.
Pegue um táxi e vá pra Hou Hai (no centro de Pequim), pra dar uma volta de rickshaw pelo Hutong . O passeio vai durar de duas a três horas, incluindo as visitas à Torre do Tambor, a Torre do Sino e à Residência do Príncipe Gong. Ou um pouco mais, se você quiser emendá-la com uma caminhada pelo Parque Bei Hai, um dos parques mais antigos preservados no país. Tem um lago enorme no meio, onde as pessoas costumam passear de barquinhos alugados . Sem sair dali, vá caminhar pela zona dos bares de Hou Hai (praticamente conectada ao hutong), onde sempre há gente pela rua. Se ainda tiver luz (fim de tarde), você vai ver alguns pequineses reunidos nas praças, dançando, jogando peteca, baralho, ou escrevendo caracteres chineses na calçada (sim, fazer caligrafia no chão é um passatempo popular por aqui). Dentro do lago, durante o verão, também há casais namorando nos barquinhos e até pessoas nadando de cueca. Se já for noite mesmo, os bares costumam ter música alta e os restaurantes começam a ficar cheio de gente – especialmente na Lotus Lane (Sugestão? Um dos bares mais legais é o Bed Bar) .Aproveite o dia seguinte. Saia bem bem cedo (antes das 8h, se quiser fugir do trânsito na estrada) pra visitar a Grande Muralha da China . Pra programar seu dia, calcule cerca de uma hora em carro pra ida e o mesmo tempo pra volta – dependendo de qual trecho vai ser visitado – e entre 2 e 4 horas de caminhada pela muralha em si... Se bem que isso vai depender mesmo é do seu preparo físico . Você pode emendar a volta com uma vista às Tumbas Ming, que ficam na mesma estrada (uma visita de cerca de uma hora). Já de volta à Pequim, mude o chip e dê um pulo à zona de CBD (Central Business District), dentro de Chaoyang, onde estão concentrados os principais arranha-céus da cidade . Inspirado/a pela pujança chinesa, você pode ir gastar seus yuans em algum shopping center de luxo (há vários pela zona), ou ir comprar pirataria no Mercado da Seda, que também fica por ali. Pra manter o clima de urbe-Pequim, misture-se aos chineses yuppies no complexo Block 8, perto do Chaoyang Park. Lá dentro, tem dois restaurantes e um bar lounge. Na mesma rua, há ainda outros bares e restaurantes freqüentados por gente do mesmo perfil. É um pedaço da China jovem e urbana, que parece (em termos) a Tóquio e Seul. Um lado asiático que vale a pena checar também. Visite também o famoso Mercado de “antiguidades” de Panjiayuan, pra catar quinquilharias, reproduções de obras de arte e souvenires chineses, o Templo do Céu e o Parque Tiantan, que está anexo e se ainda tiver com disposição de pechinchar, pode dar uma passada pelo Mercado de Pérolas, o "Hong Qiao", que fica ali pertinho. Ou, senão, pegue um táxi (deslocamento entre 20 e 30 minutos), pra ir ao Templo Lama, que vive cheio de lamaistas queimando incenso e rezando. É um dos templos mais conhecidos de Pequim, que já foi residência imperial, na dinastia Qing. Segue a estética dos templos tibetanos, apesar de estar sob a administração dos monges mongóis da Escola "Os Segredos Mizong". Eles costumam ser vistos na Sala da Roda e da Lei, onde oram juntos. Ao lado, há uma escultura de Buda com 18 metros de altura, feita a partir um único tronco de sândalo, inscrita no Guiness. Antes de ir jantar, vale a pena assistir ao espetáculo de acrobacia chinesa , em CBD/Chaoyang também. Mas atenção pra comprar – ou, pelo menos, reservar – as entradas com antecedência! Na saída de lá – e porque a perspectiva de outro vôo longo sempre amedronta –, aproveite pra repetir a massagem chinesa e sair de Pequim com o corpo relaxado, apesar de tantas caminhadas turísticas. (Aposto que você vai estar mesmo sonhando acordado com isso). Ou vá jantar num dos vários bons restaurantes de Pequim e cair na balada, pra dar "tchau" à cidade em ritmo de festa. Importante saber: O mercado de Panjiayuan fica melhor aos sábados e domingos, embora abra (parcialmente) todos os dias da semana. A Cidade Proibida, A Grande Muralha e o Palácio de Verão, ao contrário, ficam impraticáveis nos fins de semana e feriados. Se puder, vá entre segunda e sexta. O trânsito de Pequim é sempre ruim, mas na hora do rush, piora consideravelmente (pior que SP). Se puder, melhor evitar deslocamentos entre 8h/10h e 17h/19h. Aliás, em todos os cálculos de tempo, quando digo X minutos em táxi pros deslocamentos, quero dizer “se não rolar um engarrafamento”, claro. Dá pra fazer deslocamentos de metrô também, mas não sugiro isso porque o tempo depende da localização do hotel de cada turista e alguns não têm paradas próximas, nem muitas opções de onde/quem pedir explicações no meio da rua. Fora isso, em tempos de Olimpíadas, os acessos às paradas de metrô tão chatos. Como num aeroporto, TODO MUNDO precisa passar as bolsas e afins pelas máquinas de raio-X (um saco). E convenhamos: os táxis em Pequim são baratíssimos e abundantes (a não ser que caia um toró... Tempestades são raríssimas aqui, mas, se você pegar uma, relaxa e inventa qualquer passatempo. Em momentos de chuva, táxi em Pequim se transforma em trevo de quatro folhas! Eles vão reaparecendo depois, aos poucos) Café da manhã na China não é como em outras cidades turísticas pra onde os brasileiros costumam ir (como Paris, Roma ou Barcelona), que têm mesinhas na calçada, croissant, leitinho quente, manteiga. Esqueça isso. Café da manha ao estilo chinês é fritura e macarrão! Por isso, a maioria dos ocidentais acaba preferindo tomar café no hotel mesmo. Se você não é daqueles turistas que, quando viajam, gostam de fazer (mesmo) o que os locais fazem, não crie muita expectativa pra primeira refeição do dia. A sugestão deste post é bem teórica. Na prática, você tem poucos diasn ( 5 talvez?), vai acabar tendo que cortar algumas coisas pra poder aproveitar melhor outras. Faz parte. Melhor conhecer uma cidade, que vê-la de relance.